⚡️ #985: O que esperar das notícias da semana (14 a 20.ago)

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Esta curadoria do Correio Sabiá recebe atualizações para te manter bem informado/a ao longo do(s) dia(s)
Correio Sabiá lista o essencial do noticiário num só lugar / ? Irish83/Unsplash
Correio Sabiá lista o essencial do noticiário num só lugar / ? Irish83/Unsplash

Contexto. Estamos num cenário em que houve redução da taxa básica de juros, a Selic, de 13,75% para 13,25% ao ano. Por isso, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, participou na semana passada de uma audiência no Senado na qual foi pouco pressionado (uma raridade). E a inflação oficial do país foi de 0,12% em julho, conforme divulgação do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) na sexta-feira (11.ago.2023). É nesse contexto em que começamos mais uma semana (14 a 20.ago), com expectativa de desdobramentos de pautas econômicas: a proposta de LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), o arcabouço fiscal, na Câmara, e a reforma tributária, no Senado.

  • ?️ A previsão das notícias está listada por data na Agenda da Semana do Correio Sabiá.

Aliás, na terça-feira (15.ago), a CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado discute os impactos da reforma tributária. Na quarta (16) deve ser apresentado o plano de trabalho da proposta na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). Já na CRA (Comissão de Agricultura e Reforma Agrária) do Senado, está na pauta a proposta de estabelecer um marco temporal para definição de terras indígenas. Saiba tudo sobre o assunto nesta reportagem do Correio Sabiá.

Mundo. É na mesma terça (15) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa da posse do presidente do Paraguai, Santiago Peña. Lula já embarca na segunda (14). Quando voltar, deve continuar as tratativas para que o Republicanos passe a integrar o governo. O partido tem entre seus quadros a senadora Damares Alves (DF) e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, ambos ex-ministros do governo Bolsonaro.

No domingo (20), é eleição no Equador. O candidato à Presidência Fernando Villavencio foi morto a tiros na semana passada. O presidente Guillermo Lasso decretou 60 dias de estado de exceção e disse que as eleições não serão suspensas

A questão é que ainda não se sabe como os equatorianos irão às urnas. Um dia depois do assassinato de Villavencio, a candidata à Assembleia Nacional Estefany Puente foi vítima de um ataque armado. Nada aconteceu com ela, no entanto.

  • Saiba mais sobre o assassinato de Villavencio nesta reportagem do Correio Sabiá.

Giro por outras notícias destes dias:

➡️ Continuam os trabalhos das CPIs (Comissões Parlamentares de Inquérito) nesta semana, como aquela que apura os atos extremistas do 8 de janeiro. Neste caso, a CPI é mista, então é formada por senadores e deputados. Também existe uma CPI dos Atos Antidemocráticos no Distrito Federal (e não no Congresso Nacional), que movimenta o noticiário da mesma maneira. Aliás, nesta segunda (14) começam os julgamentos no STF (Supremo Tribunal Federal) de pessoas acusadas de participar dos atos extremistas do 8 de janeiro.

➡️ Falando no STF, a Corte volta na quinta (17) a julgar a descriminalização do porte de drogas para uso pessoal. O caso está em 4 a 0 a favor da descriminalização.

➡️ Por fim, também é importante ver os desdobramentos daquela operação da PF (Polícia Federal) na semana passada que mirou no ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o tenente-coronel Mauro Cid, atualmente preso. Ajudante de ordens é uma espécie de “faz-tudo” de um presidente da República.

  • Neste caso, Cid teve um áudio pego pela PF no qual trataria de negociações para vender joias que Bolsonaro teria recebido da Arábia Saudita. Na mesma gravação, também teria citado US$ 25 mil supostamente endereçados a Bolsonaro. A PF também pegou uma foto em que o reflexo do rosto do pai de Mauro Cid, conhecido como general Cid, aparece numa escultura negociada nos Estados Unidos. O caso está fazendo os congressistas se movimentarem para abrir uma CPI.
A Câmara aprovou o texto-base da reforma tributária no dia 6 de julho de 2023 / ? Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados
A Câmara aprovou o texto-base da reforma tributária no dia 6 de julho de 2023 / ? Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados
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