#902: Chegou agora? Entenda o noticiário desta semana

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#902: Chegou agora? Entenda o noticiário desta semana

Segue a expectativa por anúncios de ministérios, enquanto são divulgados indicadores econômicos
Entenda o noticiário desta semana com o Correio Sabiá / Foto: Ralston Smith/Unsplash
Entenda o noticiário desta semana com o Correio Sabiá / Foto: Ralston Smith/Unsplash

Saiba a Agenda da Semana, com a previsão dos principais eventos políticos e econômicos deste e dos próximos dias.

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A semana começa com jogo do Brasil contra a Coreia do Sul, às 16h, pelas oitavas de final da Copa do Mundo, nesta segunda-feira (5.dez.2022). Se der tudo certo (e vai dar), o Brasil joga de novo na sexta-feira (9.dez), às 12h, contra o vencedor de Croácia e Japão. ?? 

Enquanto ocorre a Copa, separamos as notícias essenciais e os eventos previstos para os próximos dias, para que você realmente entenda o noticiário. A Agenda da Semana (conteúdo atualizado diariamente) mostra, por exemplo, todos os projetos que devem ser analisados no Senado nesta semana.

Destaque: o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), pautou para quarta-feira (7) a PEC (proposta de emenda à Constituição) da Transição, que trata do furo do teto de gastos (regra que limita o aumento das despesas públicas) para permitir o pagamento do Auxílio Brasil de R$ 600 em 2023.

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O texto adequa o Orçamento do ano que vem ao cumprimento de promessas de campanha. Mostramos no Correio Sabiá tudo o que você precisa saber sobre este assunto, com uma ampla reportagem. Entenda a PEC da Transição, que viabilizará Auxílio Brasil de R$ 600. A apreciação do texto na quarta-feira (7), no entanto, depende do aval da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça).

A Agenda da Semana ainda mostra outros eventos relevantes que estão previstos para este e para os próximos dias. Ela indica que será necessário acompanhar a equipe de transição, tendo também atenção a indicadores econômicos. Nesta segunda-feira (5), por exemplo, foi divulgado o Boletim Focus pelo Banco Central. Ele reúne as principais expectativas dos agentes do mercado sobre a economia.

  • A projeção do PIB (Produto Interno Bruto) para 2022 subiu de 2,81% para 3,05% da semana passada para esta; em 2023, o crescimento esperado foi ajustado de 0,70% para 0,75%;
  • A projeção de inflação para este ano também subiu, de 5,91% para 5,92%; para 2023, o ajuste foi de 5,02% para 5,08%;
  • A taxa básica de juros em 2022 deve fechar inalterada em 13,75%; para 2023, a expectativa na semana passada era de 11,50%, mas agora é de 11,75%.

Aliás, é nesta terça-feira (6) que começa a última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) neste ano. O encontro termina na quarta-feira (7), com anúncio sobre a taxa de juros do país. É consenso de que ela vai ficar no mesmo patamar, como mencionado acima: 13,75%.

Na sexta-feira, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulga a inflação de novembro, medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).

Esse noticiário econômico será mesclado com declarações sobre responsabilidade fiscal e com as expectativas sobre anúncios da equipe ministerial do governo que assume a partir de 1º de janeiro de 2023.

O ex-prefeito de São Paulo e candidato derrotado ao governo do estado de São Paulo, Fernando Haddad (PT), continua cotado para assumir o Ministério da Economia. E o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) volta a atuar em Brasília, presencialmente, para dar celeridade no andamento da PEC da Transição.

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Relembre abaixo as últimas notícias essenciais da semana passada

PT define ministérios que não abre mão e entra em atrito com aliados

Um dos maiores desafios de Lula para montar o governo seria acomodar aliados. Isso porque o PT teria apresentado uma lista dos ministérios dos quais não abre mão, o que entra em atrito com as alianças feitas em campanha.

Seria o caso, por exemplo, da área Social que cuidaria do Bolsa Família. É interesse da senadora Simone Tebet (MDB-MS), mas o PT faz questão de manter o programa consigo. Trata-se de capital político. 

A expectativa é de que haja de 15 a 20 ministérios para agradar aliados. O que já se sabe até agora:

  • Ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT) continua sendo bastante cotado para o Ministério da Economia.
  • A presidente nacional do PT, a deputada federal Gleisi Hoffmann (PR-RS), não será ministra, assim como também não será ministro o vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB), conforme indicou Lula. 

Outra pasta-chave para o PT é a Educação. Ainda não se sabe quem vai assumi-la, mas o partido quer para si.

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