Resumo de notícias #717 do Sabiá (07.fev) - Comece o dia voando

Resumo de notícias #717 do Sabiá (07.fev) - Comece o dia voando

Resumo de notícias #717 do Sabiá (07.fev) – Comece o dia voando

Correio Sabiá recapitulou como foi a semana anterior e definiu uma agenda com os próximos eventos
(Brasília - DF, 04/02/2022) Presidente da República, Jair Bolsonaro acompanhado do Ministro da Educação, Milton Ribeiro durante assinatura da portaria que estabelece o novo piso salarial para os professores da educação básica pública. Foto: Clauber Cleber Caetano/PR
Bolsonaro acompanhado do ministro da Educação, Milton Ribeiro, durante assinatura da portaria que estabelece o novo piso salarial para os professores da educação básica pública / Foto: Clauber Cleber Caetano/PR

Este resumo foi enviado antes, por volta das 7h, para empresas assinantes do Correio Sabiá, por e-mail. Entre em contato para receber: parceria@correiosabia.com.br

Em seguida, em formato reduzido, o resumo foi enviado pelo WhatsApp para mais de 3,5 mil leitores do Correio Sabiá. Clique aqui para receber.

Clique aqui para acessar a notícia da Agenda da Semana, onde você encontrará os principais eventos políticos e econômicos esperados para os próximos dias.

Clique aqui para se INSCREVER no Sabiá no Ar, o podcast diário do Correio Sabiá no Spotify.

Financie o nosso jornalismo independente. Precisamos de você para continuar produzindo um material de qualidade.

5 notícias que podem ser do seu interesse:

Para ficar de olho hoje:

  • Boletim Focus
  • Bolsonaro recebe no Palácio do Planalto, às 11h30, os ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal). Pauta: solicitação para entrega de convite da solenidade de posse de presidente e vice-presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). 
  • Bolsonaro também recebe o médico Antonio Macedo, junto ao ministro Marcelo Queiroga (Saúde), às 16h.

Agora, pegue seu café e vamos ao resumo de notícias:

Política:

Recapitulando… Na última 3ª feira (1º), houve a abertura do Ano Judiciário. O presidente Jair Bolsonaro (PL) não compareceu à sessão solene, pois estava sobrevoando as áreas atingidas pela chuva em São Paulo.

Legislativo. No dia seguinte, 4ª feira (2), foi a abertura do ano legislativo. Desta vez, Bolsonaro compareceu à sessão solene no Congresso Nacional e destacou as prioridades do governo federal. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), defendeu o avanço de reformas estruturantes mesmo em ano eleitoral. E o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), destacou a necessidade de resolver a inflação e, notadamente, o preço dos combustíveis. 

Combustíveis. Falando nisso, o governo federal, por meio de um deputado federal da base aliada, protocolou na semana passada uma PEC (proposta de emenda à Constituição) mais ampla do que aquela que havia sido combinada com o ministro Paulo Guedes (Economia) para tentar reduzir o valor dos combustíveis. O texto teria sido redigido por um funcionário da Casa Civil, o subchefe-adjunto de Finanças Públicas, Oliveira Alves Pereira Filho, e alcança gasolina, diesel, etanol e gás de cozinha. Guedes defendia a redução apenas do diesel. O governo ainda avalia a redução linear do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).

Sergio Moro. Na última 6ª feira (4), o subprocurador-geral do MP (Ministério Público) Lucas Furtado pediu o bloqueio dos bens do ex- ministro Sergio Moro. O pedido foi enviado ao ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) Bruno Dantas e justifica a necessidade de que seja aberta uma nova investigação para apurar uma suposta sonegação fiscal enquanto Moro trabalhava para a empresa Alvarez & Marsal. A empresa faz a administração judicial de empreiteiras condenadas pela operação Lava-Jato, a exemplo da Odebrecht, que foi condenada pelo próprio Moro.

Mais. O ex-juiz e presidenciável reagiu e declarou, em nota, ainda na 6ª feira (4) que já havia exposto os documentos relacionados à contratação dele pela administradora, incluindo os tributos recolhidos nos Estados Unidos, país de origem da Alvarez & Marsal, e no Brasil. Moro ainda disse estar sendo perseguido, acusou o subprocurador de abuso de poder e disse que vai processá-lo. Vetos presidenciais. Para esta semana, o Congresso deve analisar vetos do presidente Jair Bolsonaro, como o da pobreza menstrual, do marco regulatório das ferrovias, da Lei Assis Carvalho, que traz socorro financeiro a agricultores familiares, e ainda questões relativas ao Orçamento.

Pandemia: 

O Ministério da Saúde registrou mais 59.737 novos casos de covid-19 nas últimas 24h. Foram 391 mortes nesse mesmo período, de acordo com os dados divulgados neste domingo (6). 

No sábado (5), a pasta informou que houve 197.442 novos casos de covid e 1.308 óbitos em 24h. Nesse mesmo dia, o Ministério da Saúde confirmou a chegada de 1,7 milhão de doses da Pfizer no país. 

Na semana passada, a Fiocruz descobriu uma nova subvariante da covid que é 33% mais transmissível que a ômicron. Essa subvariante, nomeada de BA.2, havia sido detectada num estudo da Universidade de Copenhague. 

A Fiocruz divulgou na última 6ª feira (4) que a BA.2 correspondeu a 96% das amostras de janeiro e revelou que está presente em todas as regiões do país.

Economia:

O Ibovespa fechou em alta de 0,49%, aos 112.244 pontos, no pregão da última 6ª feira (4). Na semana, o índice subiu 0,29%. Foi a 4ª semana consecutiva em que o Ibovespa subiu, com apoio de capital estrangeiro. 

As petrolíferas, como a Petrobras, têm sido beneficiadas por uma arrancada no preço internacional do petróleo, oscilando na casa dos US$ 92.

O dólar comercial fechou em alta pela terceira sessão consecutiva, subindo 0,5%, a R$ 5,322 na compra e na venda. Na semana, porém, a moeda americana acumulou perdas de 1,27%.

Nos Estados Unidos, o Dow Jones fechou em queda de 0,06% a 35.089 pontos; o S&P 500 fechou em alta de 0,52%, aos 4.500 pontos; e a Nasdaq teve alta de 1,58%, aos 14.098 pontos.

Vale lembrar que, na semana passada, o Copom (Comitê de Política Monetária) elevou a taxa básica de juros, a Selic, de 9,25% para 10,75% ao ano. Era essa a previsão do mercado.

No entanto, o Copom sinalizou naquela ocasião que deve começar a desacelerar a alta dos juros. A próxima reunião do colegiado será em março.

Agora, nesta semana, os investidores devem ficar atentos à seguinte agenda:

2ª feira (7):

  • Divulgação semanal do Boletim Focus

3ª feira (8):

  • Banco Central divulga a ata da última reunião do Copom, com a expectativa de que o documento confirme um tom de desaceleração no ritmo de alta dos juros. 
  • Nos Estados Unidos, Coca-Cola e Pfizer divulgam seus balanços.

4ª feira (9):

  • Possibilidade de paralisação dos servidores do Banco Central.
  • IBGE divulga a inflação de janeiro, medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). O mercado espera uma variação mensal positiva de 0,65% (menor do que a alta de 0,73% de dezembro).
  • IBGE também divulga dados de vendas do varejo em dezembro. A expectativa é de variação positiva de 0,2%, ante alta de 0,6% de outubro para novembro de 2021.
  • Petrobras divulga seu relatório de produção no 4º trimestre de 2021.
  • Tribunal do Cade discute a venda dos ativos móveis da Oi para TIM, Vivo e Claro.
  • Nos Estados Unidos, Uber e Walt Disney divulgam seus balanços.

5ª feira (10):

  • Live do presidente Jair Bolsonaro, às 19h, nas redes sociais.
  • Divulgação da PMS (Pesquisa Mensal de Serviços). A expectativa do mercado é de variação mensal positiva de 0,6%.
  • Divulgação, nos Estados Unidos, do CPI, o índice de preços ao consumidor, de janeiro. É o “IPCA” deles. A expectativa é de alta de 0,5%.
  • Divulgação das prévias operacionais da Vale. A mineradora vai apresentar dados trimestrais de produção de minério de ferro, níquel e pelotas.
  • Nos Estados Unidos, Twitter divulga seu balanço. 

6ª feira (11):

  • Banco Central divulga o IBC-Br de dezembro. O índice costuma ser chamado de “prévia do PIB”. A expectativa é de variação positiva mensal de 0,2%.
  • Divulgação do PIB (Produto Interno Bruto) do Reino Unido.
  • Divulgação da inflação da Alemanha. 
  • Divulgação de balanço da Usiminas.
Campanha de apoio do Correio Sabiá: Vacina contra a desinformação

leia mais