Conheça quem participa do governo Lula em 2023

Conheça quem participa do governo Lula em 2023

Conheça quem participa do governo Lula em 2023

Esta reportagem do Correio Sabiá recebe atualizações a cada anúncio de um novo integrante do governo Lula
Lula e a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, ao lado dos primeiros ministros anunciados para compor o governo Lula / Foto: Ricardo Stuckert/Divulgação
Lula e a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, ao lado dos primeiros ministros anunciados para compor o governo Lula / Foto: Ricardo Stuckert/Divulgação

Montamos uma lista das autoridades que fazem parte do governo Lula 2023. Este texto tem atualizações frequentes para que você possa consultá-lo. Assim, pode ficar bem informado/a permanentemente, com informações num lugar só.

  • Esta reportagem mostra quais são os ministros, presidentes de estatais, líderes do governo e até integrantes de 2º e 3º escalão dos ministérios, bem como presidentes de autarquias, no governo Lula 2023.
  • Também mostramos quem já foi demitido no governo Lula, como ministros demitidos por Lula em 2023, por exemplo. Isso fica claro com uso de emojis e explicações ao longo desta reportagem.

Eis os tópicos que você encontrará nesta reportagem:

  • Quais os ministros do governo Lula em 2023
  • Líderes do governo Lula 2023 no Congresso
  • Presidentes de estatais do governo Lula 2023
  • Quem ocupa cargos de 2º e 3º escalão nos ministérios do governo Lula em 2023

Para conhecer as principais medidas do governo Lula 2023, consulte esta outra reportagem do Correio Sabiá que também recebe atualizações permanentes. Da mesma forma, o objetivo é fazer um material de consulta amplo e completo. Se quiser ver as iniciativas do governo Lula voltadas às mulheres, temos uma reportagem segmentada com atualizações frequentes.

*Assobio: Este conteúdo foi publicado originalmente no dia 13 de dezembro de 2022, às 18h01, e recebe atualizações frequentes. Como acreditamos que o Jornalismo deve ser interativo, encorajamos você a entrar em contato caso estejamos esquecendo de alguém: redacao@correiosabia.com.br.

Quais os ministros do governo Lula em 2023

Ao todo, o novo governo Lula tem 37 ministérios. Os anúncios começaram no dia 9 de dezembro de 2022 e foram gradativos. Terminaram no dia 29 de dezembro de 2022, uma quinta-feira.

Eis a lista dos ministros do governo Lula 2023:

  • Ministério da Fazenda: ex-prefeito de São Paulo e candidato derrotado ao governo do estado de São Paulo, Fernando Haddad (PT).
  • Ministério da Defesa: ex-presidente do TCU (Tribunal de Contas da União), José Múcio Monteiro.
  • Ministério da Justiça e Segurança Pública: o ex-governador do Maranhão e senador eleito Flávio Dino (PSB).
  • Casa Civil: o governador da Bahia, Rui Costa (PT).
  • Relações Exteriores (Itamaraty): o embaixador Mauro Vieira.
  • Ministério da Cultura: a cantora baiana Margareth Menezes, de 60 anos.
  • Ministério da Educação: Camilo Santana (PT-SE). Foi governador do Ceará por duas gestões e senador eleito pelo estado na eleição deste ano. Formado em Agronomia pela Universidade Federal do Ceará e mestre em desenvolvimento e meio ambiente.
  • Ministério da Saúde: Nísia Trindade. Presidenta da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) desde 2017 e socióloga. É professora da Casa de Oswaldo Cruz e do IESP-UERJ (Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro).
  • Ministério da Gestão: Esther Dweck. Economista, professora da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e atuou no Ministério do Planejamento.
  • Ministério dos Portos e Aeroportos: Márcio França (PSB). Foi governador de São Paulo, prefeito de São Vicente, deputado federal e é presidente da Fundação João Mangabeira.
  • Ministério da Ciência e Tecnologia: Luciana Santos (PCdoB). É vice-governadora de Pernambuco, presidenta do PCdoB e foi deputada federal. Engenheira Elétrica formada pela UFPE (Universidade Federal de Pernambuco).
  • Ministério da Mulher: Cida Gonçalves. Foi secretária nacional do enfrentamento à violência contra mulher e ajudou a fundar a Central dos Movimentos Populares no Brasil.
  • Ministério do Desenvolvimento Social: Wellington Dias (PT-PI). Foi por 4 vezes governador do Piauí e eleito duas vezes senador pelo estado, sendo uma das vezes na eleição deste ano (2022). Também foi deputado federal e estadual.
  • Ministério do Trabalho: Luiz Marinho (PT). Foi ministro do Trabalho e Previdência, prefeito de São Bernardo do Campo e ex-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC.
  • Ministério da Igualdade Racial: Anielle Franco. Irmã da vereadora assassinada Marielle Franco (PSOL-RJ) e diretora do Instituto Marielle Franco. É graduada em Inglês e Literaturas pela UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) e em Jornalismo pela Universidade Estadual da Carolina do Norte (Estados Unidos).
  • Ministério dos Direitos Humanos: professor Silvio Almeida. Pós-doutor pela Faculdade de Direito da USP (Universidade de São Paulo), professor da FGV e Mackenzie e professor visitante da Universidade de Columbia. Presidente do Instituto Luiz Gama.
  • Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio: vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB). Foi governador de São Paulo por 4 mandatos, foi deputado federal e prefeito de Pindamonhangaba. Coordenou a equipe de transição. (*Nota: Lula havia dito que Alckmin não seria ministro).
  • Ministério do Planejamento e Orçamento: senadora Simone Tebet (MDB-MS). Candidata derrotada à Presidência da República na eleição de 2022, que decidiu apoiar Lula no 2º turno.
  • Ministério da Agricultura: Carlos Fávaro (PSD-MT). É senador eleito pelo Mato Grosso e agricultor. Foi vice-presidente da Aprosoja (Associação Brasileira dos Produtores de Soja) e vice-governador do Mato Grosso.
  • Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional: Waldez Góes (PDT-AP). Foi eleito 4 vezes governador do Amapá. É presidente do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal. Foi deputado estadual.
  • Ministério da Pesca: André de Paula (PSD-PE). Foi 6 vezes deputado federal por Pernambuco, foi deputado estadual, vereador e secretário estadual do Trabalho e Ação Social, da Produção Rural e Reforma Agrária e da Cidades em Pernambuco.
  • Ministério da Previdência: Carlos Lupi, presidente nacional do PDT. Foi deputado federal, ministro do Trabalho nos governos Lula e Dilma.
  • Ministério das Cidades: Jader Filho, empresário e presidente do MDB do Pará.
  • Ministério de Minas e Energia: Alexandre Silveira (PSD-MG), senador. (*Nota: Alexandre Silveira tomou posse no Senado dia 2 de fevereiro de 2022 por causa da indicação do então senador Antonio Anastasia para o TCU [Tribunal de Contas da União]. Silveira foi líder do governo Bolsonaro no Senado).
  • Ministério do Desenvolvimento Agrário: Paulo Teixeira (PT-SP), deputado federal. Foi eleito 4 vezes deputado federal por São Paulo, secretário-geral do PT e ex-secretário de Transportes da cidade de São Paulo.
  • Ministério dos Esportes: Ana Moser. Foi medalhista olímpica. É ex-atleta de vôlei, presidente e fundadora do Instituto Esporte e Educação. Atuou na Comissão Nacional de Atletas do Conselho Nacional de Esportes.
  • Ministério do Meio Ambiente: Marina Silva (Rede-AC), ex-ministra do Meio Ambiente durante o governo Lula e deputada federal eleita. Marina também foi senadora pelo Acre.
  • Ministério do Turismo: O deputado federal (ora licenciado do cargo) Celso Sabino, eleito pelo União Brasil, tomou posse do cargo no dia 3 de agosto de 2023. Ele é aliado do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e tem potencial de melhorar as votações do governo federal no Legislativo.
    • ❌ A agora ex-ministra Daniela Carneiro (União-RJ) também se elegeu deputada federal, foi demitida do cargo. Foi secretária de Assistência Social e Cidadania de Belford Roxo (RJ) e eleita para o 2º mandato como deputada federal, sendo a deputada mais votada do Rio de Janeiro. Assumiu a vice-liderança do governo na Câmara, já que foi atuante na campanha eleitoral de Lula. Ela e o marido, o prefeito de Belford Roxo (RJ), Waguinho, foram importantes para conseguir votos na região.
  • Ministério dos Povos Indígenas: Sônia Guajajara, líder indígena. É da TI (Terra Indígena) Arariboia, no Maranhão, e deputada federal eleita pelo PSOL de São Paulo. Foi coordenadora da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil.
  • Ministério dos Transportes: Renan Filho (MDB-AL), ex-governador e senador eleito. Foi governador de Alagoas por 2 mandatos, prefeito de Murici (AL), deputado federal e eleito senador por Alagoas em 2022. É economista, formado pela Universidade de Brasília.
  • Ministério das Comunicações: Juscelino Filho (União-MA). É deputado federal eleito pelo Maranhão pela 3ª vez.
  • Secretaria de Comunicação: Paulo Pimenta (PT-RS), deputado federal. Formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Maria. Foi vereador em Santa Maria, deputado estadual no Rio Grande do Sul e foi eleito para o 5º mandato como deputado federal.
  • Secretaria das Relações Institucionais: deputado federal Alexandre Padilha (PT-SP), médico e ex-ministro da Saúde.
  • Secretaria Geral da Presidência: deputado federal Márcio Macêdo (PT-SE), vice-presidente do PT. Biólogo formado pela UFSE (Universidade Federal de Sergipe), ex-secretário do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos de Sergipe.
  • GSI (Gabinete de Segurança Institucional): General Marcos Amaro, que assumiu o cargo no dia 4 de maio de 2023.
    • ❌ O general da reserva Gonçalves Dias foi demitido depois de a CNN Brasil publicar um vídeo de câmeras de segurança do Palácio do Planalto, sede do poder Executivo, que mostravam o militar transitando no local junto com radicais no dia 8 de janeiro de 2023. Dias chefiou a segurança da Presidência nos governos Lula. Foi comandante da 6ª Região Militar.
  • CGU (Controladoria Geral da União): Vinícius Carvalho, advogado e ex-presidente do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).
  • AGU (Advocacia-Geral da União): Jorge Messias, procurador da Fazenda Nacional.
O candidato derrotado ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), é escolhido como novo ministro da Fazenda / Foto: Divulgação/Facebook
Candidato derrotado ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT) foi escolhido como novo ministro da Fazenda no governo Lula / Foto: Divulgação/Facebook

Líderes do governo Lula 2023 no Congresso

  • Líder do governo Lula na Câmara: deputado federal José Guimarães (PT-CE).
  • Líder do governo Lula no Senado: senador Jaques Wagner (PT-BA).
  • Líder do governo Lula no Congresso: senador Randolfe Rodrigues (sem partido-AP).

*Obs.: Randolfe deixou a Rede Sustentabilidade no meio de 2023, por divergência com a principal autoridade do partido, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. Randolfe divergiu de uma posição da legenda, quando o Ibama negou licenciamento ambiental para exploração de petróleo perto da Foz do Amazonas. Marina Silva é contra a exploração. Políticos do Amapá, em geral, são a favor. Por isso, já consta acima que o congressista está sem partido. Fazemos atualizações constantes nesta reportagem.

Presidentes de estatais do governo Lula 2023

  • Presidente do BNDES (Bando Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social): Aloizio Mercadante. Ele é ex-coordenador de campanha de Lula e ex-ministro da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).
  • Presidente da Petrobras: senador Jean Paul Prates (PT-RN). Ele é advogado e economista, com especialização em energia.
  • Presidente do Banco do Brasil: Tarciana Medeiros. É funcionária de carreira do banco há 22 anos. Atualmente, é executiva na Diretoria de Clientes da instituição financeira.
  • Presidente da Caixa Econômica Federal: Rita Serrano. É empregada da Caixa desde 1989. Graduada em História e Estudos Sociais. Tem mestrado em Administração e especialização em Governança para Conselheiros de Administração. Presidiu o Sindicato dos Bancários do ABC por 2 mandatos (2006 a 2012). Atualmente, é representante dos empregados no Conselho de Administração da Caixa.

*Nota: Havia a possibilidade de Prates ser indicado para o Ministério de Minas e Energia, o que não ocorreu.

Para Mercadante assumir o BNDES e Prates assumir a Petrobras, falava-se inicialmente que seria necessário mudar a Lei das Estatais. No entanto, um parecer do ministro Vital do Rêgo, do TCU (Tribunal de Contas da União), indicou que a mudança não seria mais precisa. Portanto, ambos ficaram desimpedidos a comandar as empresas. Entenda nesta reportagem que publicamos no Correio Sabiá.

Quem ocupa cargos de 2º e 3º escalão nos ministérios do governo Lula em 2023

Saiba abaixo quem é quem no governo Lula em 2023, a partir da separação de cargos por ministérios. É um jeito fácil de encontrar quem ocupa cargos no governo Lula, mesmo em 2º e 3º escalão.

  • Ministério da Fazenda (ministro Fernando Haddad):
    • Secretário-executivo (número 2 da pasta): Gabriel Galípolo, 39 anos. Economista. Foi presidente do Banco Fator (2017 a 2021).
    • Secretário especial da Reforma Tributária: Bernard Appy, 60 anos. Economista. Atuou na elaboração da PEC (proposta de emenda à Constituição) nº 45/2019, que trata da reforma tributária e está em tramitação no Congresso. Comandou a secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda e a Secretaria Extraordinária de Reformas Econômico-Fiscais, de 2003 a 2008, nos governos Lula.
    • Procuradora-geral da PGFN (Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional): Anelize Lenzi Ruas de Almeida. Atualmente, é subprocuradora-geral da Fazenda Nacional
    • Subprocurador-geral da PGFN: Gustavo Caldas.
    • Secretaria de Assuntos Internacionais: diplomata Tatiana Rosito. É economista. É também consultora do NDB (New Development Bank), o banco do Brics (grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), em Xangai (China).
    • Secretaria de Política Econômica: economista Guilherme Mello
    • Secretaria da Receita Federal: Robinson Barreirinhas. É advogado formado pela USP (Universidade de São Paulo). É procurador de São Paulo há 22 anos. Foi assessor do STJ (Superior Tribunal de Justiça).
    • Secretaria de Reformas da Fazenda: advogado Marcos Barbosa Pinto. Trabalhou com Haddad em 2003, no Ministério do Planejamento. Foi um dos responsáveis, junto com Haddad, pelos PLs (projetos de lei) das PPPs (Parcerias Público Privadas) e do Prouni (Programa Universidade para Todos). Barbosa foi chefe de gabinete de Demian Fiocca, então presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), de 2006 a 2007. Barbosa é mestre em Direito pela Universidade de Yale (Estados Unidos) e doutor em Direito pela USP.
    • Secretaria do Tesouro Nacional: auditor fiscal Rogério Ceron. É economista, com mestrado em Economia pela Unicamp (Universidade de Campinas). Foi subsecretário do Tesouro da Prefeitura de São Paulo e, depois, secretário de Finanças da Prefeitura de São Paulo, durante o governo de Haddad na capital paulista.
    • Assessoria Especial Jurídica do Ministério da Fazenda: servidora pública Fernanda Santiago. É advogada formada pela UFF (Universidade Federal Fluminense), no Rio de Janeiro. Especializada em Direito Público na Universidade Cândido Mendes. Trabalhou na PRF (Polícia Rodoviária Federal) de 2003 a 2016. Desde então, atua como procuradora da Fazenda Nacional.
  • Ministério do Planejamento e Orçamento (ministra Simone Tebet):
    • Secretaria Executiva: Gustavo Guimarães. Economista especializado em Estatística, com doutorado e mestrado em Economia. Servidor de carreira do Banco Central, foi secretário parlamentar no Senado, secretário de Avaliação, Planejamento, Energia e Loteria e ex-secretário especial adjunto no Ministério da Fazenda.
    • Secretaria Nacional de Planejamento: Leany Ramos. Cientista política com mestrado, doutorado e pós-doutorado. Foi secretária do Planejamento, Orçamento e Gestão nos governos de Rodrigo Rollemberg (DF) e Eduardo Leite (RS). Presidiu o BRDE (Banco de Desenvolvimento do Extremo Sul) e é servidora de carreira do Senado.
    • Secretaria Nacional de Orçamento Federal: Paulo Roberto Bijos. Consultor de Orçamento e doutorando em Ciências Políticas. Trabalhou como analista de Planejamento e Orçamento na secretaria da qual agora é titular. Foi também auditor federal de controle externo do TCU e conselheiro substituto no TCE-SP (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo).
    • Secretaria de Assuntos Econômicos, Desenvolvimento, Financiamento Externo e Integração Nacional: Renata Amaral. Professora de comércio internacional na Faculdade de Direito da American University Washington College of Law, em Washington, nos Estados Unidos, cargo que deixou para se dedicar a suas funções no ministério.
    • Secretaria de Monitoramento e Avaliação para o Aperfeiçoamento de Políticas Públicas: Sérgio Firpo. Economista e professor do Insper (Instituto de Ensino e Pesquisa), em São Paulo. Tem mestrados em Economia e em Estatística. Doutorado em Economia.
  • Ministério da Saúde (ministra Nísia Trindade)
    • Secretaria Executiva: Swedenberger Barbosa. Pesquisador e gestor público. Berger, como é conhecido, é doutor em Ciências da Saúde pela Universidade de Brasília (UnB), onde é professor. É cirurgião-dentista, especialista em Saúde Pública pelo Ceub (Centro Universitário de Brasília) e mestre em Ciências da Saúde. É professor e pesquisador da Escola de Governo da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) Brasília (DF), com ênfase em saúde como direito, democracia e justiça social e sub-áreas como bioética, ética aplicada e gestão de políticas públicas em saúde. Como gestor público, foi secretário de Governo e Chefe da Casa Civil do Governo do Distrito Federal (1995-1998 e 2012-2014), secretário-executivo da Casa Civil da Presidência da República, assessor especial do presidente da República e chefe de gabinete adjunto de Gestão e Atendimento do Gabinete pessoal do presidente da República no governo Lula (2003 – 2010). (*Nota: esta atualização contou com a ajuda de um leitor, que nos enviou uma mensagem com mais informações por e-mail: redacao@correiosabia.com.br)
    • Secretaria de Saúde Digital: Ana Estela Haddad. Graduada em Odontologia pela USP e especialista em odontopediatria pela Fundecto (Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico da Odontologia). Professora titular da Faculdade de Odontologia da USP, Ana Estela é coordenadora do Núcleo de Telessaúde e Teleodontologia, coordenadora-adjunta do Núcleo de Apoio à Pesquisa em Políticas Públicas Escola da Metrópole do Instituto de Estudos Avançados, membro do Comitê Assessor da Rede Universitária de Telemedicina, diretora científica da Associação Brasileira de Telemedicina e Telessaúde, além de membro da Rede de Lideres por la Primeira Infancia, fundada pela ex-presidente do Chile e atual Comissária da ONU (Organização das Nações Unidas) para Direitos Humanos, Michele Bachelet.
    • Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde: Carlos Gadelha. Economista, professor e pesquisador. Economista e coordenador do Centro de Estudos Estratégicos (CEE) da Fiocruz Antonio Ivo de Carvalho, Gadelha foi vice-presidente de Produção e Inovação em Saúde da Fiocruz; secretário de Programas de Desenvolvimento Regional do Ministério de Integração Nacional (2003 – 2006); secretário de Ciência e Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde (2011 – 2015); e secretário de Desenvolvimento e Competitividade Industrial no Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior (2015 – 2016). Atualmente, é coordenador do Mestrado Profissional em Política e Gestão de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz (ENSP/Fiocruz); professor e pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública no Departamento de Administração e Planejamento em Saúde da ENSP/Fiocruz. Gadelha é líder do Grupo de Pesquisa Desenvolvimento, Complexo Econômico Industrial e Inovação em Saúde (GIS), atualmente possui mais de 120 publicações e é bolsista de Produtividade em Pesquisa PQ2 do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Representante da comunidade científica, indicado pela SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), no Conselho Diretor do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) desde 2019, e membro do Comitê Gestor do Fundo Setorial de Saúde desde 2021.
    • Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde: Ethel Maciel. Enfermeira e epidemiologista. Enfermeira, formada pela UFES (Universidade Federal do Espírito Santo), em 1993, com mestrado em Enfermagem de Saúde Pública pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), em 1999. É doutora em Saúde Coletiva/Epidemiologia pela UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), em 2004, com pós-doutorado em epidemiologia pela Johns Hopkins University (2008), e integrou a Câmara Técnica de Assessoramento em Imunizações (Ctai). Ethel foi presidente do IX Congresso Brasileiro de Epidemiologia, é professora titular da UFES, onde também ocupou o cargo de vice-reitora de 2013 a 2020. Foi presidente da REDE-TB (Rede Brasileira de Pesquisas em Tuberculose). Compõe o grupo técnico da OMS (Organização Mundial da Saúde) para tuberculose e é membro do grupo assessor para eliminação da tuberculose nas Américas da OPAS (Organização Pan-Americana da Saúde). Representa o Brasil na Rede Governamental de Pesquisa em Tuberculose dos países do BRICS.
    • Secretaria de Atenção Primária à Saúde: Nésio Fernandes. Médico sanitarista. Sua trajetória na saúde pública acumula experiência em Saúde Coletiva, principalmente nas temáticas de saúde da família e comunidade, formação médica, educação permanente em saúde, inovação tecnológica, ciência de dados, software livre, gestão da saúde e hansenologia. Em 2019, foi nomeado secretário de Saúde do Espirito Santo, onde permaneceu até 2022, sendo um dos principais responsáveis pelas medidas de enfrentamento adotadas pelo estado durante a pandemia da covid-19. Em sua gestão, foram implementadas estratégias de fortalecimento e modernização do SUS (Sistema Único de Saúde) com a criação do Instituto Capixaba de Ensino, Pesquisa e Inovação e a Fundação de Inovação em Saúde – iNova-Capixaba. Por meio dos programas de inovação e formação em serviço no Espírito Santo foram implementadas estratégias de ampliação e fortalecimento da APS, das residências em saúde, da gestão municipal, da regulação territorial, da vigilância em saúde e o SAMU foi implantado em 100% dos municípios. De 2022 a 2023, também foi eleito por unanimidade como presidente do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Estado da Saúde). De 2016 a 2018, Nésio Fernandes se destacou à frente da Secretaria de Saúde de Palmas (TO) e, ao longo de sua carreira profissional, foi presidente da Fundação Escola de Saúde Pública de Palmas, além de ter integrado o Conasems (Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde), de 2016 a 2018, como membro de Câmaras Técnicas e Grupos de Trabalho.
    • Opas (Organização Pan-Americana da Saúde): diretor Dr. Jarbas Barbosa. Médico sanitarista e epidemiologista com graduação pela UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) e Mestrado e Doutorado pela Universidade de Campinas, o Dr. Jarbas Barbosa acumula extensa trajetória nos níveis municipal, estadual e federal do SUS e também no âmbito internacional. Na Opas, exerceu o cargo de vice-diretor de 2018 a 2022 e foi porta-voz da organização durante a pandemia da covid-19. De 2015 a 2018, foi diretor-presidente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). No Ministério da Saúde, ocupou posições de destaque de 1994 a 2015, entre elas a de secretário de Vigilância em Saúde e secretário de Ciência e Tecnologia. Sua trajetória acadêmica inclui a publicação de mais de 70 artigos científicos e livros sobre diversos temas de saúde pública. (*Nota: este cargo possui mandato até 2028, em Washington, e é conjunto com o Ministério das Relações Exteriores).
  • Ministério do Meio Ambiente (ministra Marina Silva):
    • Secretaria Executiva: João Paulo Ribeiro Capobianco. Biólogo e ambientalista. Ocupou o mesmo cargo de 2003 a 2008, também com Marina Silva à frente da pasta. Foi vice-presidente do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente), fez doutorado pela USP (Universidade de São Paulo).
    • Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis): deputado federal Rodrigo Agostinho (PSB-SP). Biólogo, ambientalista e advogado. Tem mestrado em Ciência e Tecnologia, com ênfase em Biologia da Conservação. Foi membro titular do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) por mais de 10 anos e é membro da Comissão Mundial de Direito Ambiental da União Internacional de Conservação da Natureza (IUCN).
    • Secretaria de Desenvolvimento Rural Sustentável: Edel Moraes. Faz parte de comunidades extrativistas do Pará. Foi a 1ª mulher a ser vice-presidente do CNS (Conselho Nacional das Populações Extrativista), por 2 mandatos, e vice-presidente do Memorial Chico Mendes. Ela é doutoranda no Centro de Desenvolvimento Sustentável (CDSUNB), mestre em Desenvolvimento Sustentável junto aos Povos e Territórios Tradicionais, especialista em Educação do Campo, Desenvolvimento e Sustentabilidade e integra o Grupo de Estudos e Pesquisa da Amazônia.
      • *Fonte das informações acima: https://www.gov.br/mma/pt-br/assuntos/noticias/marina-silva-anuncia-novo-presidente-do-ibama-e-mais-uma-indicada-para-secretaria-do-mma
  • MEC (Ministério da Educação) [ministro Camilo Santana]:
    • Secretária-executiva (número 2 da pasta: a governadora do Ceará, Izolda Cela (sem partido). (*Nota: Havia a possibilidade da atual governadora do Ceará, Izolda Cela, ser a ministra da Educação. Com o anúncio de Camilo Santana, Izolda passou a haver a possibilidade de ela assumir a secretaria nacional de Educação Básica. No entanto, foi confirmada como a número 2 do MEC.)
    • Secretaria de Educação Básica: Katia Schweickardt. Doutora em Sociologia e Antropologia pela UFRJ. Mestre em Sociedade e Cultura na Amazônia pela UFAM (Universidade Federal do Amazonas). Graduada em Economia pela UFRRJ (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro) e em Ciências Sociais pela UFAM. Servidora do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária). Atuou como: coordenadora-geral do Centro Estadual de Unidade de Conservação do estado do Amazonas; secretária municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Manaus e secretária municipal de Educação de Manaus. É professora do Departamento de Ciências Sociais da UFAM. Agraciada com o prêmio ‘Espírito Público 2020’, destaque na categoria Educação, pela sua trajetória na área de Educação de Manaus.
    • Secretaria de Educação Superior: Denise Carvalho. Reitora da UFRJ. Membro da Academia Brasileira de Ciências e da Academia de Medicina do Rio de Janeiro. Vice-presidente regional da Organização Interamericana para a Educação Superior. Vice-presidente da Conferência Regional de Reitores das Universidades Latino-Americanas. Professora titular do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, da UFRJ. Livre-docente de Fisiologia e Biofísica pela USP. Pesquisadora 1ª do CNPq. Médica pela UFRJ. Tem mestrado em Ciências Biológicas e Biofísica pela UFRJ. 
    • Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior: Helena Sampaio. Professora livre-docente da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas. Doutora em Ciência Política pela USP. Estágio de pós-doutorado na França. Mestre em Antropologia Social; pesquisadora produtividade do CNPq desde 2015; membro-fundadora do Laboratório de Estudos de Educação Superior da Universidade Estadual de Campinas. Editora-chefe da Revista Pro-Posições. Membro do conselho editorial da Editora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas. Membro do conselho do RUF (Ranking Universitário da Folha).
    • Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica: Getúlio Marques. Professor, engenheiro, especialista em Engenharia de Sistemas e mestre em Engenharia da Produção. Diretor de ensino e diretor-geral do Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte, atual Instituto Federal do Rio Grande do Norte. Diretor do Núcleo de Processamento de Dados da UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte). Trabalhou no Ministério da Educação e foi coordenador de Planejamento, Orçamento e Gestão. Também já foi diretor da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica e secretário-adjunto da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do MEC. Coordenou o processo de concepção, criação e expansão dos Institutos Federais e atuou como secretário de Educação, da Cultura, do Esporte e do Lazer do Rio Grande do Norte.
    • Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão: Zara Figueiredo. Doutora em Educação pela USP, com bolsa de estágio de doutoramento na Inglaterra na Escola de Educação da Universidade de Bristol. Tem pós-doutorado no Centro de Estudos da Metrópole do Departamento de Ciências Políticas da USP. Mestre em Letras pela PUC-MG (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais); graduação em Letras pela PUC-MG; docente da educação básica pública por 21 anos, atuando no Vale do Jequitinhonha, na rede estadual de Minas Gerais. Professora do Departamento de Educação, da Universidade Federal do Ouro Preto.
    • Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino: Maurício Holanda. Doutor em Educação pela UFCE (Universidade Federal do Ceará). Foi professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Ceará; especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental do Ministério do Planejamento. Foi secretário municipal de Educação de Sobral (CE). Também atuou como secretário e secretário-adjunto de Educação do Ceará. É consultor Legislativo da Câmara dos Deputados.
    • Presidente do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação): Fernanda Pacobahyba, de 44 anos. Doutora em Direito Tributário pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo). Mestre em Direito Constitucional pela Universidade de Fortaleza. Tem MBA em Gestão Pública pelo Insper; especialista em Direito Tributário pelo Instituto Brasileiro de Estudos Tributários (IBET). Tem graduação em Direito pela UFPA (Universidade Federal do Pará) e em Administração pela Academia da Força Aérea. Foi auditora Fiscal Jurídica da Receita Estadual do Estado do Ceará. Também atuou como secretária da Fazenda do Governo do Estado do Ceará e é professora dos cursos de pós-graduação da Universidade de Fortaleza e do IBET.
    • Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior): Mercedes Bustamante. Professora titular da UnB (Universidade de Brasília). Tem Licenciatura em Ciências Biológicas pela UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro); mestrado em Ciências Agrárias pela Universidade Federal de Viçosa; doutorado em Geobotânica da Universidade de Trier, na Alemanha. Foi coordenadora do programa de pós-graduação em Ecologia da UnB. Atuou também como membro de comitês científicos internacionais. Foi coordenadora-geral de Gestão de Ecossistemas e Diretora de Políticas e Programas Temáticos no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Exerceu o cargo de diretora de Programas Brasileiros e Bolsas de Estudo da Coordenação de Desenvolvimento de Pessoal da Capes. Membro do Conselho Superior da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal e do Conselho de Administração do Instituto Serrapilheira. Eleita membro da Academia Brasileira de Ciências e da Academia Mundial de Ciências.
    • Fundação Joaquim Nabuco: Márcia Ângelo. Doutora em educação pela USP. Professora titular do Centro de Educação da Universidade Federal de Pernambuco. Foi professora de Educação Básica. Também atuou como diretora de Planejamento da Secretaria de Educação de Pernambuco e diretora do Departamento de Educação da Universidade Católica de Pernambuco. Exerceu o cargo de presidenta da Associação Nacional de Pós-graduação em Educação, da Associação Nacional de Política e Administração da Educação, da Associação Nacional pela Formação dos Profissionais da Educação e do Conselho Municipal de Educação de Recife. Foi conselheira da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação.
    • Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira): Manuel Palácios. Foi professor e diretor da Faculdade de Educação e Pró-Reitor de Planejamento e Gestão da Universidade Federal de Juiz de Fora; pesquisador do Centro de Professor do Programa de Pós-Graduação Profissional em Gestão e Avaliação da Educação Pública da Universidade Federal de Juiz de Fora; doutor em Ciências Sociais pelo Instituto Universitário de Pesquisa do Rio de Janeiro. É graduado em Engenharia de Comunicações pelo IME (Instituto Militar de Engenharia). Foi secretário de Educação Básica do MEC entre 2015 e 2016; exerceu o cargo de diretor de Políticas da Educação Superior, diretor de Desenvolvimento da Educação Superior e secretário interino da Secretaria de Educação Superior do MEC. Criador do Laboratório de Avaliação e Medidas Educacionais da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora. Fundador e 1º coordenador do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação Universidade Federal de Juiz de Fora.
    • Instituto Benjamin Constant: Professor Mauro Marcos Farias da Conceição é o diretor-geral. Tem graduação em História pela UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) e em Direito pela Universidade Signoreli, no Rio de Janeiro; mestrado em História pela Universidade Severino Sombra; doutorado em História pela UERJ; pós-doutor pela UFF (Universidade Federal Fluminense) e pós-doutorado na UERJ. É professor do IBC desde 2013, com experiência na área de História, com ênfase em História da América Latina e História Contemporânea.
    • Ines (Instituto Nacional de Educação de Surdos): Professora Solange Maria da Rocha. Ela é licenciada e bacharelada em História pela UFF. Cursou pedagogia com habilitação em educação especial e mestre em educação especial, na UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro). Em 2009, concluiu o doutorado em Educação Especial pela PUC-RJ (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro).
  • Ministério da Justiça e Segurança Pública (ministro Flávio Dino):
    • Diretor-geral da PRF (Polícia Rodoviária Federal): Antônio Fernando Oliveira, ex-diretor da PRF no Maranhão (*Nota: inicialmente, o futuro ministro Flávio Dino havia anunciado o delegado Edmar Camata para o cargo, mas recuou diante da pressão de aliados.)
    • Diretor-geral da PF (Polícia Federal): delegado Andrei Augusto Passos Rodrigues. Graduado em Direito pela Universidade Federal de Pelotas (RS), mestre em Alta Gestão em Segurança Internacional pelo Centro Universitário da Guardia Civil da Espanha (CUGC) e Universidade Carlos III de Madrid (UC3M). Delegado de Polícia Federal há 20 anos, foi chefe das Delegacias de Repressão a Entorpecentes em Manaus (AM), Repressão a Crimes Fazendários em Porto Alegre (RS) e do Aeroporto Internacional em Brasília (DF); integrante da Comissão que elaborou o Manual de Planejamento e Gestões de Operações da Polícia Federal, assistente da Diretoria Executiva, chefe da Segurança da então candidata Dilma Rousseff (PT) nas eleições de 2020, oficial de Ligação da Polícia Federal em Madrid (Espanha), secretário extraordinário de Segurança para Grandes Eventos –responsável pela segurança da Copa do Mundo FIFA 2014 e pelos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, coordenador-geral de Polícia Fazendária, chefe da Unidade de Gestão Estratégica da Diretoria de Tecnologia da Inovação da Polícia Federal. Atualmente é chefe da Divisão de Relações Internacionais da Polícia Federal. Desde o início da campanha eleitoral de 2022, é o responsável pela segurança de Lula e, no Gabinete de Transição, coordenou o GT (Grupo de Trabalho) de Inteligência Estratégica. Integrou ainda o GT de Justiça e Segurança Pública, onde é responsável pelas discussões sobre Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Inteligência Policial e Polícia Técnica (perícia).
    • Secretaria Executiva (número 2 da pasta): jornalista Ricardo Cappelli. Especialista em administração pública pela FGV (Fundação Getulio Vargas). Atua há 22 anos na administração pública brasileira. Já ocupou os cargos de secretário municipal, secretário estadual, secretário nacional em áreas diversas e secretário de Estado de Comunicação do governo do Maranhão.
      • Secretário-executivo adjunto: Diego Galdino. Foi chefe da Casa Civil do governo do Maranhão.
    • Secretaria Nacional de Justiça: advogado Augusto de Arruda Botelho. Especialista em Direito Penal Econômico pela Universidade de Coimbra (Portugal). Candidatou-se a deputado federal nesta eleição e 2022 pelo PSB.
    • Secretaria Nacional de Políticas Penais (*Nota: a pasta vai substituir o Depen [Departamento Penitenciário Nacional]): Rafael Velasco Brandini. Policial penal. Graduado em Direito, com especializações em Direito Penal, Gestão Pública e Gestão Pública Prisional. Desde 2008, trabalha com administração prisional, com passagem nos sistemas de Minas Gerais e Maranhão. Antes de assumir a Secretaria Nacional de Políticas Penais, ocupava a função de subsecretário de administração penitenciária do Maranhão desde 2018. (*Nota 2: Inicialmente, o cargo ficaria com o coronel Nivaldo César Restivo, que foi comandante-geral da Polícia Militar de São Paulo e, atualmente, é secretário estadual de Administração Penitenciária.)
    • Secretaria Nacional de Assuntos Legislativos: deputado federal Elias Vaz (PSB-GO). Formado em Direito, foi vereador em Goiânia por 4 mandatos.
    • Secretaria Nacional de Segurança Pública: deputado federal Tadeu Alencar (PSB-PE). Formado em direito pela UFPE (Universidade Federal de Pernambuco).
    • Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos: Marta Rodriguez de Assis Machado é professora da FGV desde 2007 e coordena, desde 2019, o Programa de Mestrado e Doutorado Acadêmico da escola. Graduada em Direito pela USP, mestre e doutora em Filosofia e Teoria do Direito, também pela USP. Foi pesquisadora visitante da Universidade de Barcelona (Departamento de Filosofia do Direito) e do Instituto Max Planck para o Estudo do Crime, Segurança e Direito. Em 2017, foi professora visitante na University of Toronto e na Columbia Law School. Atualmente, Machado é pesquisadora sênior do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), vinculada a dois Núcleos Instituições Políticas e Movimentos Sociais e Afro/Cebrap. Além disso, é fundadora e co-cordenadora do Núcleo de Justiça Racial e Direito, pesquisadora associada ao Núcleo de Estudos sobre o Crime e a Pena e coordenadora do Laboratório de Dados e Pesquisa Empírica em Direito (LabDados) da FGV Direito SP.
    • Secretaria Nacional de Acesso à Justiça: Marivaldo Pereira. Advogado popular, auditor federal e mestre em Direito Processual Civil. Foi secretário-executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
    • Senacom (Secretaria Nacional do Consumidor): ex-deputado Wadih Damous (PT). Advogado, graduado pela Faculdade de Direito da UERJ, mestre em Direito Constitucional e Teoria do Estado pela PUC-RJ. Como deputado federal, de 2015 a 2018, foi responsável pela autoria de 27 projetos de lei que tratam de temas como sistema de Justiça, direitos trabalhistas, defesa da advocacia e contra o encarceramento em massa. Damous também é autor do livro “Medidas Provisórias no Brasil”, com o atual ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino. Foi presidente da OAB-RJ (2007/12) e da Comissão da Verdade do Rio de Janeiro. Uma das bandeiras de Damous é o combate ao superendividamento.
    • Diretora de Promoção de Direitos: Roseli Faria. Economista e vice-presidente da Assecor (Associação Nacional dos Servidores da Carreira de Planejamento e Orçamento).
    • Diretor de Acesso à Justiça e Mediação de Conflitos: Jonata Galvão. Foi secretário-adjunto de Direitos Humanos do Maranhão (2015 a 2022).
    • Assessoria especial do ministro e presidência do Conare (Comitê Nacional para os Refugiados): Sheila de Carvalho. Advogada Internacional de Direitos Humanos. Foi Fellow do Alto Comissariado de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas) e diretora de Incidência política do Instituto de Referência Negra Peregum. Especialista em litigância estratégica em direitos humanos e justiça climática. É professora de pós-graduação em Direitos Humanos. Integra a Uneafro Brasil, Coalizão Negra por Direitos e Grupo Prerrogativas. Coordenadora do Núcleo de Violência Institucional da Comissão de Direitos Humanos da OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo) e do Centro de Referência Legal da Artigo 19. Atuou como advogada para as principais organizações de direitos humanos brasileiras e internacionais. Conselheira da ABJD (Associação Brasileira de Juristas pela Democracia).
    • Coordenação para Direitos Digitais: Estela Aranha. Advogada, especialista em regulação e direito digital. Presidente da Comissão Especial de Proteção de Dados do Conselho Federal da OAB e da OAB-RJ. Pesquisadora do CEDIS- IDP. Membro da Comissão de Juristas para a regulação de Inteligência Artificial no Senado Federal.
    • Coordenação do Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania: Tamires Sampaio. Advogada, mestre em Direito Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, pesquisadora na área de segurança pública, política criminal e racismo estrutural. Bolsista do Zoryan Institute no Genocide and Human Rights University Program em 2019 na Universidade de Toronto, Canadá. Foi secretária-adjunta de Segurança Cidadã em Diadema (SP). É diretora do Instituto Lula e militante do movimento negro na Cohen (Coordenação Nacional de Entidades Negras).
  • Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (ministra Esther Dweck):
    • Secretaria Executiva: Cristina Kiomi Mori. Doutora em Política Social pela UnB (Universidade de Brasília). Já foi secretária-adjunta de Gestão do município de São Paulo na gestão então prefeito Fernando Haddad. No governo federal, atuou como diretora de Programa na Assessoria Especial para Modernização da Gestão do Gabinete da então ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Míriam Belchior (2012-2015). (*Nota: esta atualização contou com a ajuda de um leitor, que nos enviou uma mensagem com mais informações por e-mail: redacao@correiosabia.com.br)
    • Secretaria Nacional de Gestão Corporativa: Cilair Abreu. Doutor em Administração pela UnB e coordenador-geral de Orçamento e Finanças na Enap (Escola Nacional de Administração Pública).
    • Secretaria Nacional de Gestão de Pessoas e Relações de Trabalho: Sérgio Mendonça. Formado pela USP, iniciou sua trajetória profissional na década de 1980 no Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), onde atuou até o início dos anos 2000. Depois, foi secretário de Recursos Humanos durante o governo Lula e de Relações de Trabalho no governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).
  • Ministério das Relações Exteriores (chanceler Mauro Vieira):
    • Secretaria Geral do Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) [número 2 da pasta]: Maria Laura da Rocha, 67 anos. Atualmente, embaixadora do Brasil na Romênia. Foi chefe de gabinete do ministro das Relações Exteriores, de 2008 a 2011.
    • Chefe de gabinete do ministro das Relações Exteriores: Ricardo Monteiro.
    • Embaixador Extraordinário para a Mudança do Clima (*Nota: este cargo foi recriado, tendo sido ocupado, de 2007 a 2010, pelo Embaixador Sergio Barbosa Serra): Embaixador Luiz Alberto Figueiredo Machado. Ex-ministro de Relações Exteriores do governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), Figueiredo é diplomata de carreira desde 1980, foi representante permanente do Brasil junto às Nações Unidas e embaixador brasileiro junto ao Catar, Portugal e Estados Unidos. Em sua trajetória em mudança do clima, ocupou as funções de chefe da Divisão de Política Ambiental e Desenvolvimento Sustentável (2002-2004), de diretor do Departamento do Meio Ambiente e Temas Especiais (2005-2011) e de subsecretário-geral de Meio Ambiente, Energia, Ciência e Tecnologia (2011-2013).
    • Seclima (Secretaria de Clima, Energia e Meio Ambiente): Embaixador André Aranha Corrêa do Lago. É responsável pela formulação e coordenação das posições brasileiras e pelas negociações internacionais em mudança do clima.
      • Departamento de Clima (sob o guarda-chuva da Seclima): diretora e ministra Liliam Beatris Chagas de Moura.
  • Ministério da Cultura (ministra Margareth Menezes):
    • Secretaria Executiva (número 2 da pasta): secretário nacional de Cultura do PT (desde 2017), Márcio Tavares. É mestre em História pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e doutor em Artes pela UnB (Universidade de Brasília).
    • Presidente da FCP (Fundação Cultural Palmares): João Jorge Rodrigues. Atualmente, é presidente do Olodum. É advogado e mestre em Direito Público pela UnB (Universidade de Brasília).
  • Ministério dos Transportes (ministro Renan Filho):
    • Secretaria Nacional de Transporte Ferroviário: Leonardo Cezar Ribeiro. É analista legislativo de carreira do Senado. Formado em Economia pela UnB (Universidade de Brasília), foi pesquisador visitante da Victoria University, em Melbourne, Austrália. É mestre em Economia, com pós-graduação em Orçamento Público pelo Instituto Serzedello Corrêa, do TCU (Tribunal de Contas da União). Tem ampla experiência em finanças públicas. Atuou na coordenação de avaliação macrofiscal e de estudos fiscais na Secretaria de Orçamento Federal. Atuou na formulação do Marco Legal Ferroviário, que permite desde 2021 à iniciativa privada projetar, construir e operar ferrovias no país mediante autorização federal. 
  • Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional (ministro Waldez Góes):
    • Secretaria Nacional de Políticas de Desenvolvimento Regional e Territorial: Adriana Melo Alves. Natural de Maceió (AL), formada em Arquitetura e Urbanismo pela UFAL (Universidade Federal de Alagoas), com mestrado em Planejamento Urbano e doutorado em Geografia, na área de Produção do Espaço Urbano, Rural e Regional, Adriana Melo é servidora pública federal da carreira de Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental. Foi diretora substituta do Programa de Regularização Fundiária do Ministério das Cidades (de 2005 a 2008), além de ocupar o cargo de secretária de Desenvolvimento Regional e Urbano no Ministério do Desenvolvimento Regional nos períodos (de 2013 a 2015 e de 2019 a 2021). Em 2015, exerceu a função de secretária nacional de Irrigação. Nos últimos 2 anos, Adriana Melo exerceu o cargo de diretora de Programas Territoriais Rurais da Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Sustentável e Irrigação no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
    • Sudam (Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia): superintende Paulo Rocha. Foi senador pelo PT do Pará. Antes, deputado federal por 5 mandatos.
    • Sudeco (Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste): superintendente Rose Modesto (União Brasil). Foi vice-governadora do Mato Grosso do Sul e deputada federal. 
    • Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus): superintendente Bosco Saraiva, ex-deputado federal pelo Solidariedade.
  • AGU (Advocacia Geral da União) [advogado-geral da União Jorge Messias]:
    • Adjunto (ministro substituto da AGU; ou seja, número 2 da pasta): Flavio José Roman. É procurador de carreira do Banco Central há 22 anos. Doutor e mestre em Direito Administrativo.
  • Secretaria-Geral da Presidência (ministro Márcio Macêdo):
    • Secretaria Executiva (número 2 da pasta): Maria Fernanda Coelho, de 61 anos, ex-presidente da Caixa Econômica Federal (2006-2011) e funcionária do banco desde 1984. Foi secretária-executiva do Ministério do Desenvolvimento Agrário na gestão do ministro Patrus Ananias (janeiro de 2015 a maio de 2016) e atuou como subsecretária do Consórcio Nordeste até o final de 2022. Indicada pelo Consórcio, integrou o GT de Cidades do Gabinete de Transição. 
    • Secretaria Executiva Adjunta: Tânia Maria Saraiva de Oliveira. Servidora de carreira do Poder Judiciário. Analista Judiciária. Graduada em Direito e História. Mestre em Direito do Estado, com especialização lato senso em Direito Legislativo e em Direitos Humanos. Coordenadora da ABJD (Associação Brasileira de Juristas pela Democracia). Foi assessora parlamentar no Senado Federal de 2004 a 2022, onde coordenou equipes de assessoria de várias comissões parlamentares de Inquérito; foi a assessora responsável pela CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania) do Senado de 2011 a 2022; assessora dos parlamentares do PT na Comissão de Ética do Senado; assessora da bancada do governo durante o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff; assessora jurídica da Executiva Nacional do Comitê Lula Livre; coordenadora de fiscalização da campanha do presidente Lula 2022.
    • Chefia de gabinete: Pedro Lopes. Bacharel em Administração, trabalhou com o ex-governador de Sergipe Marcelo Déda (PT) desde os anos 1990 até a sua morte, em dezembro de 2013. Inicialmente, coordenou o escritório do então deputado federal em Sergipe. Na Prefeitura de Aracaju (SE), foi chefe de gabinete e secretário de governo da gestão de Marcelo Déda. Posteriormente, com Déda governador, assumiu a Representação do Governo de Sergipe em Brasília. Após a morte do político sergipano, Lopes atuou na Liderança do PT no Senado, até ser convidado pelo então deputado federal Márcio Macêdo para chefiar seu gabinete na Câmara Federal e, mais recentemente, na Secretaria-Geral da Presidência.
    • Secretaria Nacional de Juventude: Ronald Sorriso. Começou a militar no movimento estudantil secundarista, no Rio de Janeiro. Em 2009, tornou-se um dos diretores fundadores da União Estadual dos Estudantes Secundaristas (UEES-RJ). Foi vice-presidente e secretário-geral da União Estadual dos Estudantes (UEE-RJ, 2010 a 2013) e vice-presidente da UNE (União Nacional dos Estudantes), de 2013 a 2015. Na vida partidária, foi secretário estadual da Juventude do PT do Rio de Janeiro e secretário nacional da Juventude do PT. Integrou o GT (Grupo de Trabalho) da Juventude durante a transição de governo. Na Secretaria Nacional de Juventude, será responsável pela articulação, promoção e execução de políticas públicas para este grupo, promovendo espaços de participação dos jovens na construção das políticas de juventude em âmbito federal, estadual e municipal.
    • Secretaria Nacional de Diálogos Sociais: Kelli Mafort. Coordenadora nacional do MST (Movimento dos Sem Terra), Kelli pesquisa áreas relacionadas a questões agrárias, trabalho, movimentos sociais e gênero. Graduada em Pedagogia, tem Mestrado em Ciências Sociais e é Doutora pelo Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais na Faculdade de Ciências e Letras da Unesp.
    • Secretaria Nacional de Participação Social: Renato Simões. Foi assessor especial para Participação Social na Secretaria-Geral da Presidência da República e na Secretaria de Governo na gestão de Dilma Rousseff (2015 – 2016). No PT, foi secretário nacional de Movimentos Populares e Políticas Setoriais e secretário estadual de Formação Política em SP. Trabalhou como secretário de governo na Prefeitura de Campinas (PT), cidade onde iniciou sua vida política como militante da Pastoral da Juventude, das Comunidades Eclesiais de Base e da Pastoral Operária. É formado em Filosofia pela PUC, com pós-graduação em Direitos Humanos pela Faculdade de Direito da USP. Como deputado estadual (1995 a 2007), criou a Comissão de Direitos Humanos da Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo), que presidiu por 10 anos, e instituiu o Prêmio Santo Dias de Direitos Humanos. 
    • Secretaria de Relações Sociais: Wagner Caetano. No 1º governo Lula, foi subsecretário de Estudos e Pesquisas Político-Institucionais da Secretaria-Geral da Presidência. Na gestão Dilma, ainda na Secretaria-Geral, foi secretário nacional de Relações Político-Sociais, seguindo como assessor especial da então presidente após seu afastamento do cargo. É filiado ao PT por Minas Gerais desde 1995.  
  • Ministério do Turismo (ministra Daniela Carneiro):
    • Presidente da Embratur (Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo): deputado federal Marcelo Freixo (PSB-RJ), que se candidatou ao governo do estado do Rio de Janeiro e foi derrotado na eleição deste ano.
  • Ministério dos Povos Indígenas (ministra Sônia Guajajara):
    • Presidente da Funai (Fundação Nacional do Índio): deputada federal Joenia Wapichana (Rede-RR), a 1ª mulher indígena eleita deputada federal.
  • Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (ministro Silvio de Almeida):
    • Secretaria Executiva: Rita Cristina de Oliveira. Natural de Osasco (SP), criada no Rio de Janeiro (RJ) e graduada em Direito em Brasília (DF), pelo UniCeub (Centro Universitário de Brasília), em 2003. Na mesma instituição, tornou-se docente de prática jurídica de júri e defesa da criança e do adolescente.
      • *Nota: A estrutura do Ministério dos Direitos Humanos foi definida com 5 secretarias, além de 8 órgãos colegiados que atuam na promoção da igualdade.
  • Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos: Isadora Brandão. Nascida em Salvador (BA) e defensora pública do estado de São Paulo há cerca de 10 anos, atuou na área criminal, na defesa de pessoas acusadas, em inspeções a estabelecimentos prisionais e enfrentando as mazelas do sistema carcerário do país. Recentemente, coordenou o Núcleo Especializado de Defesa da Diversidade e da Igualdade Racial da Defensoria Pública do estado de São Paulo, para promover ações estratégicas de garantia dos direitos da população negra, das pessoas LGBTQIA+ e de povos e comunidades tradicionais como quilombolas e ribeirinhos. 
  • Ministério das Comunicações (ministro Juscelino Filho):
    • Secretaria Executiva: Sônia Faustino Mendes. É economista pelo UniCeub (Centro Universitário de Brasília). É pós-graduada em Gestão Previdenciária pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e é pós-graduanda em Gestão Pública pelo IBMEC. Segundo o site oficial do governo, “Sônia Mendes é analista de Planejamento e Orçamento do Ministério do Planejamento. Entrou no serviço público em 1990 e, desde então, já atuou como diretora de Estruturação Regional e Urbana no Ministério do Desenvolvimento Regional (2019-2022), diretora de Orçamento e Finanças na Ebserh – MEC (2018-2019), assessora Especial da Presidência da República (2016-2018), chefe de Gabinete na Terracap (2015-2016) e diretora do Departamento de Gestão Estratégica no Ministério da Integração Nacional (2013-2015)”.

Cargos na Presidência da República do governo Lula

  • Assessor-chefe da Assessoria Especial da Presidência: Celso Amorim, de 80 anos. Ex-ministro das Relações Exteriores (governos Itamar Franco e Lula) e da Defesa (governo Dilma).

Outros conteúdos do Correio Sabiá

Listamos no Correio Sabiá, por exemplo, alguns integrantes da equipe de transição do então governo eleito de Lula.

Ainda mostramos todos os detalhes da eleição de Lula, em 2022, como presidente do Brasil.

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