Mojtaba Khamenei, filho do falecido líder supremo do Irã, é nomeado seu sucessor

O que aconteceu, por que importa e o que observar nos próximos dias

Mojtaba Khamenei, filho do falecido líder supremo do Irã, é nomeado seu sucessor
Mojtaba Khamenei, filho do Líder Supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, ao centro, participa da manifestação anual do Dia de Jerusalém (Quds) em Teerã, Irã, em 31 de maio de 2019 / Imagem: AP/Vahid Salemi, Arquivo
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O destaque

Mojtaba Khamenei, filho do falecido líder supremo do Irã, foi nomeado seu sucessor, anunciou a TV estatal iraniana na madrugada desta segunda-feira (9.mar.2026), conforme horário local (noite de domingo no Brasil).

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O Assobio Diário do Correio Sabiá passou a ser Semanal. Menos volume, mais profundidade. Dessa forma, ajudamos a organizar o caos informativo do jeito que você precisa: com análise e interpretação dos fatos, para você entender o que importa e começar a semana voando.

O jovem Khamenei já era considerado um forte candidato ao cargo há tempos, mesmo antes do ataque israelense que matou o aiatolá Ali Khamenei, mesmo nunca tendo sido eleito ou nomeado para um cargo no governo.

O anúncio, feito após a meia-noite do horário local, veio na sequência de sinais de desavenças internas entre as autoridades iranianas, enquanto o país aguardava a decisão da Assembleia de Peritos, um grupo de clérigos com 88 membros que escolhe o líder supremo.

Duas mulheres da Sociedade do Crescente Vermelho Iraniano observam uma densa coluna de fumaça, resultante de um ataque conjunto dos EUA e de Israel a um depósito de petróleo na noite de sábado, em Teerã, Irã, no domingo, 8 de março de 2026 / Imagem: AP/Vahid Salemi

A TV estatal divulgou um comunicado afirmando que ele foi escolhido com base em votos "fortes" e conclamando a nação a se unir em torno dele, além de mostrar pessoas comemorando em locais públicos de Teerã.

Figura reservada, o jovem Khamenei não era visto em público há dias. Ele agora ocupa o centro da teocracia iraniana e terá a palavra final sobre todos os assuntos de Estado.

Khamenei servirá como comandante-chefe das Forças Armadas e da poderosa Guarda Revolucionária paramilitar. Terá acesso a um estoque de urânio altamente enriquecido que pode ser usado para construir uma arma nuclear, caso assim o decrete.

Ele também vai enfrentar críticas dos EUA:

"O filho de Khamenei é inaceitável para mim", disse o presidente dos EUA, Donald Trump. "Queremos alguém que traga harmonia e paz ao Irã."

A Casa Branca não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

A Guarda Revolucionária emitiu um comunicado expressando apoio ao filho do líder supremo assassinado.

O grupo militante libanês Hezbollah, apoiado pelo Irã, compartilhou um retrato do jovem Khamenei no Telegram com a legenda:

"Líder da abençoada Revolução Islâmica."
Iran’s succession question: Rouhani’s name resurfaces amid leadership void
Rouhani’s legacy of pragmatism and moderation gains renewed relevance amid Iran’s sensitive leadership transition phase.

Trump diz que quer ser envolvido em escolha de sucessor de Khamenei

Uma equipe do Exército transporta um caixão coberto com a bandeira americana contendo os restos mortais da sargento de primeira classe Nicole Amor, da Reserva do Exército dos EUA, de White Bear Lake, Minnesota, que foi morta em um ataque de drone a um centro de comando no Kuwait após os EUA e Israel lançarem sua campanha militar contra o Irã, passando pelo presidente Donald Trump e pela primeira-dama Melania Trump durante uma cerimônia de retorno de feridos, no sábado, 7 de março de 2026, na Base Aérea de Dover, Delaware / Imagem: AP/Mark Schiefelbein

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou na última quinta-feira (5.mar) que queria ser envolvido na escolha do próximo líder supremo do Irã. Trump também descartou a possibilidade de concordar com a nomeação de Mojtaba Khamenei para o cargo.

Os comentários –feitos ao site de notícias norte-americano Axios– reacendem as dúvidas sobre se os EUA e Israel buscam a derrubada da República Islâmica ou apenas uma mudança em suas políticas, visto que o conflito parece cada vez mais indefinido.

No início deste domingo (8.mar), em entrevista à ABC News, o presidente dos EUA voltou a falar neste mesmo assunto. Disse que quer ter voz na escolha de quem chegará ao poder quando a guerra terminar. Acrescentou que um novo líder "não vai durar muito" sem sua aprovação.

O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, alertou que o poder de fogo norte-americano sobre Teerã estava "prestes a aumentar drasticamente". Os militares israelenses afirmaram que os ataques já destruíram a maior parte das defesas aéreas e lançadores de mísseis do Irã.

Dados mostram a intensificação da guerra

Moradores observam e tiram fotos enquanto chamas e fumaça sobem de uma instalação de armazenamento de petróleo atingida durante os ataques que atingiram a cidade na campanha militar conjunta EUA-Israel em Teerã, Irã, no sábado, 7 de março de 2026 / Imagem: Alireza Sotakbar/ISNA via AP

A guerra vem se intensificando e afeta ao menos 14 países no Oriente Médio e em outras regiões.

Na quinta-feira (5), o Azerbaijão acusou o Irã de ataques com drones. Teerã negou.

O Irã afirmou que os EUA "lamentariam profundamente" o ataque com torpedos a um navio de guerra iraniano perto do Sri Lanka, ocorrido um dia antes.

No início da semana passada, o Irã matou 6 soldados norte-americanos no Kuwait. A embaixada dos EUA no Kuwait foi fechada após ataques retaliatórios iranianos contra o país, tornando-se a 2ª missão diplomática norte-americana a interromper completamente suas atividades.

Agora, a Arábia Saudita também reporta suas primeiras mortes na guerra, afirmando que um projétil militar matou um indiano e um bengali (nacional de Bangladesh) em seu território.

Israel emitiu um alerta de evacuação em massa para os subúrbios do sul de Beirute, no Líbano, à medida que se intensificam os combates com militantes do Hezbollah, aliados do Irã. O Líbano diz que mais 500.000 pessoas foram deslocadas durante a semana.

Forças de paz da ONU (Organização das Nações Unidas) relataram combates terrestres no sul do Líbano, com a chegada de mais tropas israelenses cruzando a fronteira. Até quarta-feira (4), ao menos 75 mortes tinham sido confirmadas.

Enquanto isso, os EUA e Israel bombardearam o Irã com ataques em todo o país, visando suas capacidades militares, sua liderança e seu programa nuclear.

Centenas de civis também já morreram. O caso mais emblemático foi um bombardeio a uma escola, que matou mais de 160 crianças iranianas na semana passada.

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No total, a guerra matou pelo menos 1.230 pessoas no Irã, mais de 70 no Líbano e cerca de uma dúzia em Israel, de acordo com autoridades desses países.

A situação no Líbano

Um homem carrega sapatos de sua casa destruída, atingida por ataques aéreos israelenses que atingiram várias casas na vila de Sir al-Gharbiyeh, no sul do Líbano, domingo, 8 de março de 2026 / Imagem: AP/Mohammed Zaatari

O Líbano tem um governo, inclusive respeitado internacionalmente, que se opõe ao Hezbollah. Mas o Hezbollah é uma milícia fortemente armada, e o governo se equilibra em negociar para acalmar os ânimos com o grupo sem que isso se converta em guerra civil, ao mesmo tempo em que tenta acalmar os ânimos com Israel para que Israel não invada o Líbano (como ocorre atualmente, já que as forças israelenses ocupam áreas no sul libanês).

👉🏻 E o Brasil no meio disso tudo?

O governo brasileiro, que havia se manifestado no início do conflito por ocasião dos ataques dos EUA e de Israel (conforme analisamos no podcast), também manifestou-se sobre o Líbano. Condenou ataques tanto do Hezbollah quanto de Israel. Mas não falou mais sobre o Oriente Médio como um todo.

A estratégia de guerra do Irã

Uma mulher caminha ao lado de uma área isolada por cordões de segurança, danificada durante um ataque iraniano em Tel Aviv, Israel, no domingo, 8 de março de 2026 / Imagem: AP/Ohad Zwigenberg

O Financial Times publicou uma reportagem na qual indica que a expansão da guerra por todo o Oriente Médio seria parte de uma estratégia do aiatolá Ali Khamenei, quando, é claro, ainda estava vivo.

Ele teria definido como responderia a um eventual ataque dos EUA, inclusive planejando como as forças do Irã se organizariam caso ele morresse (o que veio a ocorrer). Assim, essas forças poderiam atuar de forma descentralizada.

Conforme o plano, em caso de ataque ao Irã, o país escalaria a guerra pela região, apostando na apliação do conflito como forma de pressionar Washington para cessar novos bombardeios, com base nos impactos na economia e no descontentamento de países aliados dos EUA.

👉🏻 Veja mais aqui:

Caos no Golfo Pérsico é parte da estratégia do Irã
País aposta em prolongar conflito e exercer pressão sobre aliados dos EUA na região para ter saída negociada

As ações despencaram em Wall Street na quinta-feira (5), depois que o preço do petróleo atingiu seu nível mais alto desde o verão de 2024.

Enquanto isso, a Câmara dos Representantes dos EUA rejeitou uma resolução sobre poderes de guerra para suspender o ataque de Trump ao Irã por 212 votos a 219, um dia depois do Senado ter rejeitado uma medida semelhante.

No entanto, cresce a pressão –sobretudo de democratas– para que Trump explique os reais objetivos de sua ação no Oriente Médio. Isso porque, entre outros motivos: se instalações nucleares são um problema, por que ele declarou "sucesso" numa operação conjunta com Israel, em 2025, que mirou o programa nuclear iraniano?

Aprovada a PEC da Segurança na Câmara

Já na Câmara do Brasil houve a aprovação da PEC da Segurança Pública, mas com a retirada de um ponto sensível, principalmente por interesse do governo:

  • A redução da maioridade penal de 18 para 16 anos.

O texto agora segue para análise do Senado.

Para garantir a retirada da redução da maioridade penal, assunto que ficou para depois da eleição de outubro de 2026, o governo teve que ceder num outro ponto:

  • A proposta, que foi apresentada pelo próprio governo, previa que houvesse uma centralização da segurança na esfera federal, unificando a segurança pública até chegar ao comando da União. Na negociação, os congressistas governistas mantiveram um fortalecimento dos estados para desempenhar este papel.

Uma boa e uma má notícia sobre o meio ambiente

O Observatório do Clima divulgou na semana passada uma lista com 70 projetos que estão em tramitação e são considerados nocivos ao meio ambiente.

70 projetos em tramitação no Congresso são críticos para o meio ambiente
Lista foi elaborada pelo Observatório do Clima. Saiba quais são os projetos.

Por outro lado, foram criadas duas áreas de proteção ambiental no Rio Grande do Sul, após mais de duas décadas de negociações. A formalização ocorreu em edição extra do Diário Oficial da União, por meio de decreto presidencial.

A norma confirmou a criação:

  • do Parque Nacional do Albardão, uma unidade de proteção integral; e
  • da APA (Área de Proteção Ambiental) do Albardão, uma unidade de uso sustentável.
Rio Grande do Sul ganha duas novas áreas de conservação no litoral
Parque Nacional e APA do Albardão protegem 1,6 milhão de hectares e permitem atividades econômicas compatíveis com preservação ambiental

Por que isso importa?

Juntas, as unidades somam cerca de 1,6 milhão de hectares de proteção em uma região estratégica para a biodiversidade –tanto a marinha do Atlântico Sul, marcada pela influência do mar Patagônico, quanto a biodiversidade costeira da plataforma continental.

O modelo adotado busca conciliar a preservação da natureza com a continuidade de atividades produtivas locais.

“Com a criação da unidade de conservação, o Albardão passa a ser o maior parque nacional marinho do Brasil. Um marco histórico para a proteção de ecossistemas costeiros entre os mais estratégicos do país. Além de servir como refúgio para espécies hoje ameaçadas, a região tem relevância internacional por sua conexão com o mar patagônico, influenciando populações de fauna que chegam até a Antártica. A proteção da área também pode gerar emprego e renda com o turismo e fortalecer a pesca no entorno, ao permitir a recuperação dos estoques dentro do parque e o repovoamento de áreas vizinhas. A iniciativa ainda abre caminho para avançar na agenda de criação de áreas marinhas protegidas em outras regiões do país”, comemorou a articuladora da aliança SOS Oceano, Angela Kuczach.

O que você só vai encontrar no Correio Sabiá

Rebaz Sherifi, comandante militar do Partido da Liberdade do Curdistão (PAK), fala durante uma entrevista em Erbil, Iraque, na quinta-feira, 5 de março de 2026 / Imagem: AP/Rashid Yahya

Há indícios fortes de que os EUA estão considerando –e até apoiando ativamente– uma militância curda no Irã como parte da guerra atual.

Fontes como Washington Post, CNN e The Guardian reportam que Trump ofereceu cobertura aérea e armas da CIA a grupos curdos iranianos baseados no Iraque para incursões no Irã.

👉🏻 Por que isso importa?

Os curdos, que são cerca de 30-40 milhões divididos entre Irã, Iraque, Turquia e Síria, buscam autonomia há décadas.

Líderes curdos negociam suporte dos EUA, mas temem traição; Israel e Mossad (serviço de inteligência israelense) teriam dado a ideia de apoiar os curdos, com a CIA envolvida, para enfraquecer a teocracia iraniana. Os ataques aéreos no norte do Irã estariam preparando terreno para isso.

Aí vem um histórico:

  • Nos anos 1970, EUA e Irã armaram rebeldes curdos iraquianos contra Saddam Hussein, mas abandonaram os curdos após um acordo entre Irã e Iraque, em 1975.
  • Em 1991, zonas de exclusão aérea dos EUA ajudaram curdos iraquianos a criar autonomia.
  • Contra o Estado Islâmico, grupo terrorista conhecido pela sigla de ISIS, de 2014 a 2019, os EUA aliaram-se a curdos sírios (YPG), mas Trump retirou as tropas em 2019.
Imagem: AP/Rashid Yahya

Em resumo:

  • Curdos podem desestabilizar o Irã abrindo uma nova frente na guerra.
  • Um dos problemas, no entanto, é que eles temem a repressão pós-guerra, assim como um eventual abandono dos EUA –o que não seria nenhuma novidade, como ocorreu em 1975 e 2019.

Os curdos iranianos (10-15% da população) são chave para enfraquecer Teerã, mas isso também pode inflamar tensões dos EUA e de Israel com a Turquia (anti-PKK) e o Iraque. É um alto risco.

Eis os principais grupos curdos no Irã:

  • PDKI (Partido Democrata do Curdistão Iraniano)
  • PJAK (ligado ao PKK turco), ambos com bases no Curdistão iraquiano.

São anticomunistas e separatistas, oprimidos pelo regime de Teerã desde 1979. EUA designaram PJAK terrorista em 2009, mas agora buscam aliança tática.


O que você precisa observar

É claro que a situação no Oriente Médio precisa ser acompanhada de perto, assim como todos os seus desdobramentos (países envolvidos, novos ataques, economia global, etc.).

No entanto, destacamos ainda outros itens do noticiário que merecem atenção. Exemplos:

  1. O Lula recebe nesta segunda-feira (9.mar.2026) o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa. Isso importa porque os 2 países integram o Brics, grupo cuja sigla faz referência a Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Mas o Brics se expandiu e ganhou novos membros... entre eles, o Irã. Quase ninguém lembra disso, mas a gente reforça: como a guerra no Oriente Médio atinge o Brics, se é que atinge?
    1. Para fins de contexto, o Lula esteve no país africano em 2025, para a 20ª Reunião de Cúpula do G20, e em 2023, para a 15ª Cúpula do Brics. Anteriormente, visitou o país africano em 2003, 2007 e 2010. Brasil e África do Sul mantêm Parceria Estratégica desde 2010, e o mandatário sul-africano fará visitas ao Congresso Nacional e ao STF (Supremo Tribunal Federal).
  2. Direta ou indiretamente, a guerra entre EUA, Israel e Irã, escalada para outros países da região, está afetando Gaza, que precisa urgentemente de suprimentos. O destaque para a situação de emergência humanitária da população palestina caiu drasticamente desde o início dos bombardeios contra a República Islâmica.
  3. Acaba que não citamos nesta edição, mas o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foi preso novamente na semana passada. Ele tinha uma espécie de milícia particular e planejou forjar um assalto contra o jornalista Lauro Jardim, colunista do jornal O Globo, conforme revelaram mensagens de seu celular, apreendido pela PF (Polícia Federal).
    1. Mas não para aí: Vorcaro pagou quantias milionárias para escritórios de advocacia, por exemplo, da mulher do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), e do ex-ministro do STF e ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Ricardo Lewandowski. Ele dizia ser "muito amigo" do ex-ministro da Casa Civil do governo Bolsonaro, o senador Ciro Nogueira, presidente do PP (Progressistas). Também tinha relações com o ex-presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e dezenas de outros políticos influentes em Brasília. O caso é um escândalo nacional, com fraude bilionária ao FGC (Fundo Garantidor de Crédito).
    2. O Correio Sabiá se compromete a avançar neste assunto assim que houver oportunidade, numa próxima edição. Por ora, vamos sugerir leituras que dão contexto ao Caso Master.

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Para a turma que gosta de um podcast, o Foro de Teresina, da revista Piauí, fala bastante sobre o celular apreendido do banqueiro Daniel Vorcaro e a "bomba" que ele representa para ministros da Suprema Corte

Autor

Maurício de Azevedo Ferro
Maurício de Azevedo Ferro

Jornalista e empreendedor. Criador/CEO do Correio Sabiá. Emerging Media Leader (2020) pelo ICFJ. Cobriu a Presidência da República.

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